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Notícias - Crédito à Habitação

Neste espaço são apresentadas notícias relacionadas com a compra e venda de casa e o crédito à habitação.




21/12/2012

Governo quer reavaliar 80% das casas até fim do ano

O Governo espera ter reavaliado, até ao final do ano, o valor patrimonial de cerca de 4 milhões de casas, praticamente 80% do total, e terminar o processo até março de 2013, de acordo com a Comissão Europeia.

"O processo de reavaliação acelerou nos últimos meses. As autoridades esperam conseguir a reavaliação de cerca de 4 milhões de propriedades até ao final do ano (num total de 4,9 milhões) e finalizar o processo em março de 2013", diz a análise da Comissão Europeia à sexta avaliação do Programa de Assistência Económica e Financeira de Portugal.

Segundo Bruxelas, os valores atualizados das propriedades sujeitas a reavaliação formarão a nova base cálculo de cálculo do Impostos Municipal sobre Imóveis (IMI) em 2013.


Fonte: Agência Financeira
20/12/2012

Imposto sobre imóveis de luxo: prazo termina hoje

O prazo extraordinário sobre imóveis de luxo termina esta quinta-feira. Em causa estão os imóveis avaliados a partir de um milhão de euros.

Para a Associação Lisbonense de Proprietários, muitos donos de casas abrangidas pela nova taxa não têm dinheiro para pagar.

Na maioria são prédios com rendas antigas e muito baixas, que não permitem aos senhorios pagarem o imposto.

Perante as queixas, as Finanças estão a aconselhar o pagamento em prestações.

Este ano, o imposto é de, pelo menos, 5.000 euros. Já em 2013 vai chegar aos 10 mil.


Fonte: Agência Financeira
18/12/2012

Estado leva 20 imóveis a hasta pública mas não vende nenhum

O Estado não conseguiu vender nenhum dos 20 imóveis do IAPMEI que levou a hasta pública. O encaixe mínimo previsto era de 6,88 milhões de euros, mas não se conseguiu nenhum comprador.

A hasta pública decorreu entre 11 e 13 de dezembro, mas não surgiram interessados, revelou a Direção-Geral do Tesouro e Finanças (DGTF).

O Estado está também a levar a hasta pública, até 19 de dezembro, as casas dos magistrados. Até ao momento, o encaixe realizado ascende a 1,4 milhões.


Fonte: Agência Financeira
17/12/2012

Casas: mais de 80% avaliadas até ao fim do ano

O Governo espera concluir a avaliação fiscal de 82% dos prédios urbanos até ao final de 2012, a data inicialmente adiantada pelo Governo para concluir o processo. Os restantes 18% deverão estar avaliados até ao fim de março, avançou o Ministério das Finanças à Lusa.

Do total de 5,2 milhões de prédios inicialmente previsto avaliar, o número atual é de 4,9 milhões, "fruto de recontagens e eliminação da matrizes de prédios inexistentes". Destes, a tutela prevê que até ao final do ano estejam avaliados cerca de quatro milhões de prédios urbanos, o que representa um "nível global de execução de 82%".

"O processo de avaliação geral estará globalmente concluído até março de 2013, o que constitui um resultado impressivo", lê-se na nota do Ministério das Finanças, que saúda o trabalho dos peritos, funcionários da Autoridade Tributária e câmaras municipais.

Até 30 de novembro, os registos do ministério de Vítor Gaspar mostram 3.422.967 prédios urbanos avaliados, o que "excede a estimativa avançada pela Secretaria de Estado dos Assuntos Fiscais de terminar o mês de novembro com 3.4 milhões de prédios avaliados".

Nos últimos 30 dias foram avaliados cerca de 650.000 prédios urbanos.

A tutela indicou ainda muitos distritos que estão "muito próximos da conclusão", destacando Vila Real, Bragança, Guarda, Porto, Portalegre e Viseu.

Quanto a segundas avaliações, o ministério informou ser um número "substancialmente inferior ao montante inicialmente estimado, não tendo ultrapassado 0,1% dos prédios a avaliar".

A estimativa inicial era de que o número chegasse aos 05% dos prédios a avaliar.

Segundo a tutela, estão a trabalhar diariamente no processo mais de seis mil pessoas.

"A título de exemplo, o processo de avaliação geral iniciou-se com cerca de 460 peritos. Neste momento, os peritos a trabalhar no terreno, no continente e nas Regiões Autónomas, ascendem a 1.954, mais do que quadruplicando o número de peritos inicialmente nomeados", lê-se.

A avaliação patrimonial de imóveis tem consequências no pagamento do Imposto Municipal sobre Imóveis e na atualização do valor das rendas, uma vez que os senhorios podem calcular os aumentos em 6,7% do valor fiscal da casa.


Fonte: Agência Financeira
13/12/2012

Prestação da casa atinge valor mais baixo de sempre

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As famílias que se preparam para rever a prestação da casa em Dezembro vão beneficiar da mensalidade mais baixa de que há registo. Boas notícias em tempos de crise e que são um reflexo do mais longo e acentuado período de queda das taxas Euribor de sempre. Apesar dos actuais níveis destes indexantes não darem espaço a descidas adicionais relevantes - a média da taxa Euribor a três meses segue já nos 0,192% - o mercado está a antecipar que as taxas permaneçam em níveis deprimidos durante o próximo ano.

Para quem faz a revisão da prestação no próximo mês, as descidas irão variar entre os 2% e os 18%, dependendo do indexante utilizado. Nos créditos à habitação indexados à taxa Euribor a três meses, a correcção rondará os sete euros, considerando um exemplo de 100.000 euros de dívida, a 30 anos com um 'spread' de 1%. Neste caso, a prestação da casa cai de 337 euros para 330 euros, ou seja, 2%. Uma queda bastante menor face aquela que os restantes indexantes irão beneficiar uma vez que para estas famílias esta será a sexta revisão consecutiva em baixa do valor da prestação. Ou seja, estas prestações estão em queda desde Agosto de 2011. Já para quem optou por indexar o crédito à habitação à taxa Euribor a seis meses, a correcção de Dezembro rondará os 8%. Considerando o mesmo exemplo, estas famílias verão a prestação da casa baixar de 368 euros para 338 euros. A maior queda no valor da prestação está reservada para os créditos indexados à taxa Euribor a 12 meses. A partir de Dezembro, estas famílias passarão a pagar menos 75 euros todos os meses ao banco. Para o mesmo exemplo de 100.000 euros, a 30 anos, com ‘spread' de 1%, a prestação da casa baixa de 424 euros para 349 euros, ou seja, menos 17,7%.

Dados os actuais níveis das taxas Euribor é fácil concluir que não existe muito espaço para novas descidas, principalmente nos prazos mais curtos. No entanto, as boas notícias são que o mercado também não antecipa subidas expressivas pelo menos até Dezembro de 2013. Por exemplo, considerando os contratos de futuros sobre a taxa Euribor a três meses, o mercado perspectiva uma descida desta taxa até aos 0,18%, a atingir em Março. A partir daqui este indexante deverá recomeçar a subir mas apenas até aos 0,25% em Dezembro. Ou seja, as famílias portuguesas deverão poder contar com prestações baixas durante o próximo ano.

Revisão da prestação da casa em Dezembro

Taxa Euribor a três meses
Para as famílias que se preparam para fazer a revisão da prestação em Dezembro e têm o seu crédito à habitação indexado à taxa Euribor a três meses, esta será a sexta revisão consecutiva em baixa. Por já usufruirem da correcção do indexante há mais tempo, desde Agosto de 2011, a queda na prestação em Dezembro será menor. Para um exemplo de 100.000 euros de dívida, a 30 anos, com 1% de ‘spread', a prestação da casa vai cair de 337 euros para 330 euros. Ou seja, uma poupança mensal de sete euros.

Taxa Euribor a seis meses
Já as famílias portuguesas que optaram por indexar o seu crédito à habitação à taxa Euribor a seis meses, irão beneficiar de uma queda na ordem dos 8% no valor da prestação. Considerando um exemplo de crédito de 100.000 euros, a 30 anos, com ‘spread' de 1%, a prestação cai de 368 euros para 338 euros. Ou seja, uma poupança de 30 euros mensalmente a vigorar nos próximos seis meses. Para estas famílias esta é a segunda correcção consecutiva, depois de terem mantido o valor inalterado na revisão anterior.

Taxa Euribor a 12 meses
Em Portugal são raras as famílias que optaram por indexar o seu crédito à habitação à taxa Euribor a 12 meses. Trata-se de um indexante que tende a beneficiar as famílias em períodos de subidas das taxas mas que é penalizador em momentos como o actual, de correcção dos indexantes. As famílias que revêem a prestação em Dezembro só agora vão beneficiar de um período de correcção que dura há mais de um ano. Para o mesmo exemplo já apresentado, a prestação cai de 424 euros para 349 euros, ou seja, 17,7%.

 


Fonte: O Económico
25/11/2012

Faça contas: maioria corta crédito bonificado

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As famílias com rendimentos anuais superiores a 25.400 euros vão perder direito ao crédito bonificado. Atualmente o limite é de 32 mil euros. O mesmo acontece para quem tem um património financeiro acima dos 100 mil euros.

São medidas que constam das propostas de alteração ao Orçamento do Estado feitas pelos partidos da maioria.

Desde 2002 que o acesso ao crédito bonificado está congelado, mas existem ainda 400 famílias que beneficiam do apoio do Estado no pagamento dos juros com a habitação. E para estas famílias, a ajuda vai encolher.

Entre as alterações propostas pelo PSD e CDS-PP conta-se ainda um alívio nas condições de pagamento do imposto sobre os imóveis: quem tiver um Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) superior a 500 euros poderá fazer o pagamento em três prestações.

Mas a proposta de alteração mais significativa é a descida da sobretaxa em sede de IRS de 4 para 3,5%. Em compensação, quem ganha mais de 250 mil euros por ano vê a sobretaxa de solidariedade aumentar de 4 para 5%.

Para compensar a perda de rendimento mensal, PSD e CDS propõem que as empresas do setor privado possam pagar um dos subsídios em 12 meses.

Os trabalhadores independentes vão ser os mais beneficiados com o alívio da sobretaxa. E para compensar este alívio, as fundações sofrem um corte no financiamento de 50%, em vez dos anteriores 30%.

Subsídio de refeição paga mais imposto

O subsídio de refeição acima dos 4,27 euros passa a pagar IRS (atualmente só o valor acima dos 5,10 euros era taxado) e a ajuda no almoço da função pública também desce, de 50 para 25%.

As gorjetas passam a ser incluídas no rendimento a ser alvo da sobretaxa e aqui, as gratificações dos casinos deverão ser o principal alvo do Fisco.

Os partidos da maioria pretendem criar um grupo de trabalho para estudar o IVA na restauração. Em cima da mesa pode estar a descida do imposto, que agora se situa nos 23%.

Uma descida é também o que se propõe no imposto sobre o tabaco: a maioria quer que, em vez de 25%, tabaco, charutos e cigarrilhas sejam taxados a 20%.

Afinal PPR escapam

E ao contrário do que se pensava inicialmente, os Planos Poupança Reforma (PPR) individuais não vão pagar imposto, ou seja, não contam para o cálculo do rendimento das pensões que estão sujeitas a cortes entre os 3,5 e os 10%.

Pequenas alterações que assume que não podiam ser mais significativas para não violarem o acordado com a troika.


Fonte: Agência Financeira
23/11/2012

Estradas de Portugal avalia 461 imóveis para possível venda

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A Estradas de Portugal está a avaliar 461 imóveis, distribuídos por todo o território nacional, para definir o futuro destes espaços, disse à agência Lusa fonte da empresa.

Segundo a fonte, este processo já envolveu um ajuste direto para aquisição de serviços de avaliação imobiliária de terrenos e edifícios.

"Com este procedimento, pretende-se efetuar uma avaliação imobiliária, tendo em conta o valor de mercado próprio de cada imóvel", explicou ainda a Estradas de Portugal.

Acrescenta que após a conclusão deste processo "será definido o destino destes imóveis, que poderá passar pela alienação em leilão público".

A empresa reconhece tratar-se de um "conjunto de significativo de imóveis" provenientes de "processos expropriativos e de imóveis que transitaram do património privativo do Estado para o património autónomo" da Estradas de Portugal.


Fonte: Agência Financeira
23/11/2012

Prestação média do crédito à habitação cai 22 euros desde o início do ano

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A prestação média vencida no crédito à habitação diminuiu para 272 euros, recuando dois euros mês em Outubro face ao mês anterior, segundo os dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE). O valor mensal pago pelas famílias portugueses para comprar ou construir casa cai há oito meses consecutivos e acumula uma descida de 22 euros desde o início do ano.

A prestação média vencida dos contratos celebrados há menos de três meses recuou cinco euros no mês de Outubro, saldando-se em 349 euros. Também nos contratos a três meses se regista uma oitava descida consecutiva e o valor da prestação recuou 45 euros desde o início do ano.

Taxa de juro no crédito à habitação desce há 10 meses consecutivos

A taxa de juro implícita no total do crédito à habitação registou uma décima descida mensal consecutiva e recuou 0,109 pontos percentuais para se saldar nos 1,829%, segundo revela o INE. A descida acumulada desde o início do ano vai em 0,885 pontos percentuais para o total dos contratos.

Nos contratos celebrados nos últimos três meses, a taxa implícita saldou-se em 3,629%, em Outubro. Um nível que fica 0,069 pontos percentuais (6,9 pontos base) abaixo do nível a que se encontrava aquando do pagamento da prestação de Setembro. A taxa implícita em contratos celebrados há menos de três meses tem recuado ao longo dos últimos oito meses e acumula uma perda de 0,703 pontos percentuais.


Fonte: Jornal de Negócios
23/11/2012

Reavaliação de casas: «Governo falha própria meta»

Reavaliação de casas: «Governo falha própria meta» width=

A Confederação Portuguesa de Proprietários acusou esta quinta-feira o Governo de falhar o prazo que tinha imposto para a avaliação de imóveis urbanos, uma demora que, no seu entender, vai implicar "atrasos na atualização das rendas".

Numa nota enviada à agência Lusa, a confederação manifestou "viva apreensão pela recente admissão por parte do Governo de que o prazo por ele próprio estabelecido para a reavaliação geral dos imóveis - o final de 2012 - não será afinal cumprido".

Destacando a situação dos valores de rendas celebradas antes de 1990, a confederação notou que muitos senhorios dependem da reavaliação, "bem ou mal feita", para poderem atualizar valores.

Segundo a nova Lei do Arrendamento Urbano, a atualização pode ser feita até 6,7% do Valor Patrimonial Tributário, que é apurado nas avaliações dos imóveis.

"Com o atraso que agora se confirma, o Governo permite, pois, que alguns proprietários iniciem o respetivo processo de e outros não, criando entre eles uma gritante e absolutamente injustificada discriminação", lê-se no comunicado, que se reporta à edição de hoje do Jornal de Negócios.

O jornal refere que a avaliação geral deverá estar concluída até ao final de março de 2013, uma data acordada com os representantes da troika.

Os proprietários reafirmaram ser "irrealista avaliar quase cinco milhões de imóveis em apenas um ano", considerando este um prazo "exíguo" que originou "inúmeros erros e a aumentos escandalosos" do Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) a pagar.


Fonte: Agência Financeira
16/11/2012

Euribor descem nos prazos superiores a seis meses

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A Euribor seis meses é a mais utilizada como referência no crédito à habitação e recuou hoje 0,1 pontos base para 0,356%, enquanto a Euribor três meses permaneceu inalterada nos 0,191%. A taxa a um mês também ficou inalterada face à sessão de quinta-feira, nos 0,108%.

A Euribor 12 meses desceu 0,1 pontos base para 0,583% naquela que é a sua 39ª sessão consecutiva a descer. A taxa de nove meses recua na mesma proporção (0,1 pontos base) para 0,471%.

As Euribor são as taxas que os bancos cobram para se financiarem uns aos outros e as descidas dos últimos meses reflectem a política monetária expansionista do Banco Central Europeu (BCE). Em Dezembro de 2011 e em Fevereiro deste ano, a autoridade monetária comprou montantes ilimitados de dívida soberana aos bancos, reduzindo as suas necessidades de financiamento no mercado de dívida.

Além das medidas extraordinárias de cedência de liquidez, o BCE reduziu a taxa de juro de referência para a Zona Euro para o mínimo histórico de 0,75% em Julho passado.


Fonte: Jornal de Negócios