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Crédito à Habitação – Produto Financeiro


vender

O crédito à habitação, assim como o crédito automóvel, crédito ao consumo ou qualquer outro crédito, é uma venda, em que o cliente é o comprador e o banco o vendedor. Tal como em qualquer compra, a melhor forma de poupar dinheiro é fazê-la pelo valor mais baixo possível. No mercado do crédito ao consumo a concorrência é intensa e é comum o cidadão ser convencido a “comprar” empréstimos que na realidade não precisa.

No caso do empréstimo à habitação, sucede o mesmo. Muitas vezes o cliente desprevenido, é seduzido por condições aparentemente boas e acaba por adquirir o que não necessita. Isto, em geral expressa-se numa redução do valor das prestações mensais a troco de um aumento do valor dos juros mascarados no meio de muitas cláusulas e condicionantes.

O crédito à habitação é um produto financeiro,
em que o cliente é o comprador e o banco o vendedor.

oferta
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Qualquer campanha publicitária anuncia condições fantásticas para a aquisição crédito; ou é um spread muito baixo, ou são as prestações que são muito baixas, ou é a avaliação do imóvel que é oferecida. Contudo, só analisando em grande detalhe a globalidade da oferta, é possível concluir se as condições apresentadas são efectivamente vantajosas ou não.

Para se poder ter acesso a taxas de juro mais baixas, os bancos requerem que sejam preenchidos um certo número de requisitos. Estes podem ser por exemplo:

  • apresentação de pelo menos um fiador;
  • subscrição de aplicações financeiras, tais como carteira de acções ou contas poupança;
  • obtenção de seguro de vida/saúde complementar;
  • subscrição de seguro de protecção ao crédito em caso de perda de emprego;
  • solicitação de domiciliação bancária;
  • abertura de conta-ordenado;
  • assinatura de anuidade de um cartão de crédito.

Tudo isto são Vendas! Vendas que têm de ser incluídas na analise do empréstimo, conjuntamente com os demais indicadores (spread, tan, tae, …).